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Design pela Vida - VOTE TULIO. UMA CURITIBA MAIS PLURAL - 12.123
Design pela Vida

Uma cidade mais útil para o cidadão. O design como interlocutor entre o cidadão e o poder público, por meio da cocriação de soluções.

 

Propostas

Tornar Curitiba mais segura e saudável por meio do Design

Uma cidade mais segura, por meio do Design Urbano, pode não apenas melhorar a qualidade de vida, mas principalmente salvar vidas. Trata-se de desenvolver e multiplicar ambientes favoráveis à caminhada, à pedalada e ao uso de um transporte público eficiente. Também se trata de diminuir deslocamentos, trazendo maior autonomia para que o cidadão possa trabalhar, morar, e ter seu lazer em região próxima, no seu bairro. Isto tem como resultado direto a qualidade de vida dos cidadãos, seja pela atividade física ou pela redução da emissão de poluentes, bem como o maior desenvolvimento econômico pelo fomento de atividades comerciais ao nível da rua. A capital mais motorizada do Brasil precisa ser a capital mais saudável e segura.

Proposta: buscarei instrumentos e políticas que, por meio de soluções simples e práticas, possam tornar nossa cidade mais ativa, incentivando a redução da necessidade dos automóveis, a ampliação das vias calmas e ilhas de refúgio ao pedestre, a melhoria das calçadas e da sinalização para o pedestre, a ampliação inteligente de mobiliário voltado ao ciclista e pedestre e a melhoria do transporte público, buscando um nível de excelência do serviço ao cidadão. Também trabalharei para o fortalecimento das regionais na condição de Sub-prefeituras. Além disso, trabalharei em prol das reivindicações e propostas contidas na Carta Compromisso da Mobilidade Urbana, gerada pela Cicloiguaçu e assinada por mim.


Melhoria dos fluxos de informação com o cidadão

Boa parte dos problemas entre cidadão e governo são oriundos das dificuldades com informação. Da definição do local correto para um exame no Sistema de Saúde até o tratamento de uma reclamação feita pela 156, passando pela burocracia na obtenção de documentos.

Precisamos estabelecer canais mais eficientes de comunicação, que utilizem a tecnologia a nosso favor, e que busquem não apenas resolver ou dar prioridade aos problemas do cidadão, como possam contribuir para a redução de deslocamentos.

Proposta: precisamos de um sistema capaz de estruturar e captar as necessidades do curitibano, validando e priorizando as informações de maneira visual, além de mapear os fluxos de serviços. O objetivo sempre é uma melhora nos processos e fluxos de informação, ou seja, ter acesso mais simples, fácil e objetivo à informação que o cidadão precisa, reduzindo burocracia e deslocamentos.


Tornar Curitiba mais acessível

Já existem instrumentos que determinam a necessidade urgente de tornar as cidades brasileiras totalmente acessíveis. Neste caso, meu foco será o de fiscalização. É importante pensar que a acessibilidade não envolve apenas as pessoas com deficiência, mas gestantes, crianças e idosos. Aliás, com uma população que envelhece a cada dia, temos que pensar já como tornaremos os espaços acessíveis para os idosos. A padronização das calçadas também precisa ser pensada. Recentemente o IPPUC patenteou um modelo de paver (bloco para calçada) em formato de pinhão. Mas por qual motivo não podemos ter pavers personalizados para cada região da cidade, respeitando a cultura e a personalidade local?

Proposta: fazer valer, de maneira imediata, os direitos do cidadão ao Design universal, previsto no Decreto Presidencial 5.296/2004 e contemplados na NBR 9050/ABNT, compreendendo o Design como elemento estruturante dos processos de Planejamento e Projeto Urbano. Também buscar soluções que consigam resolver os problemas com nossas calçadas.


Reduzir a geração de resíduos e incentivar o consumo consciente

Curitiba já teve o título de capital mais verde do Brasil. Os títulos ficaram no passado e precisamos pensar no presente. A sustentabilidade ambiental é condição imprescindível para o presente e futuro de nossa cidade. Os lixões, que devem ser extintos, estão dando lugar aos aterros sanitários. Mas nossa meta deve ser a progressiva redução do uso de aterros sanitários. Trata-se de mudar o conceito de consumo e geração de resíduos, partindo para o Lixo Zero.

Proposta: buscar instrumentos com o objetivo de reduzir em até 30% as embalagens utilizadas nos Armazéns da Família e outros programas de abastecimento da cidade. Além disso, trabalharei de maneira intensiva no desenvolvimento de políticas que incentivem o consumo consciente e que multipliquem e estimulem o conceito de tratamento orgânico, nas fontes geradoras. Também buscarei instrumentos para eliminar o uso de embalagens descartáveis para alimentos destinados ao consumo imediato, dentro dos próprios estabelecimentos (plásticos, isopores, papeis, latas), ou ao menos a responsabilização dos estabelecimentos pela destinação correta à usinas de reciclagem.


Fortalecimento e Ampliação de ações da Rede de Proteção Animal

Nossa cidade vive quase um surto de abandono de animais. Só de cães, são mais de 50 mil vivendo nas ruas de Curitiba. Este é um número alarmante, fruto muitas vezes de falta de consciência do cidadão. Alarmante pois a tendência é de aumento, sem dúvida, um problema complexo e uma questão de sustentabilidade e saúde pública. Desde 2009 existe a Rede de Proteção Animal. Por meio delas, ações tem sido tomadas, mas mesmo assim, a sensação é a de que o programa não consegue por si só resolver a questão.
Proposta: buscarei instrumentos para estabelecer o fortalecimento e ampliação das ações da Rede de Proteção Animal, trazendo maior efetividade e principalmente, ampliando a parceria com as ONGs e Grupos de Proteção Animal, para que estes possam desenvolver suas funções com qualidade e eficiência. Também trabalharei no sentido de estabelecer uma Rede de Tratamento Animal, por meio de convênios com as Instituições de Ensino Superior, possibilitando o atendimento gratuito nos casos de animais acolhidos pelas ONGs e Grupos de Proteção Animal. E por fim, com a participação das ONGs, buscarei a revisão do Programa atual.


Tornar Curitiba mais sustentável

Aqui, confirmo meu apoio às propostas prioritárias desenvolvidas pela APAVE – Associação dos Protetores de Áreas Verdes de Curitiba e Região Metropolitana. As propostas:
– Disponibilização de toda e qualquer autorização e/ou licença ambiental para corte de árvores e/ou supressão de áreas verdes com as suas respectivas justificativas técnicas para livre consulta dos cidadãos via internet com 30 (trinta) dias de antecedência ao corte, para que qualquer cidadão possa constatar se as justificativas técnicas apresentadas correspondem ou não com a realidade observada;
– Revisão das medidas compensatórias exigidas para corte de árvores e/ou supressão de áreas verdes com o objetivo de que essas possam ser transformadas em importantes instrumentos para a implementação de ações efetivas de recuperação ambiental nos territórios dos municípios que integram a Região Metropolitana de Curitiba;
– Implementação e disponibilização periódica de mapas e indicadores ambientais municipais para livre consulta dos cidadãos via internet: percentual de áreas verdes públicas e particulares, qualidade do ar, biodiversidade, qualidade da água, disponibilidade hídrica, total de lixo gerado, percentual de lixo reciclado, entre outros;
– Revisão dos modelos de funcionamento e de participação da sociedade organizada visando a transformação dos Conselhos Municipais de Meio Ambiente em verdadeiros fóruns abertos para o debate das questões ambientais em nível municipal;
– Implementação de mecanismos de incentivos financeiros para cidadãos e/ou organizações que desenvolvem iniciativas efetivas de recuperação e/ou proteção ambiental: Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), IPTU Verde, Potencial Construtivo, ICMS Ecológico, ISS Ecológico, entre outros.


Tornar Curitiba mais usável e inteligente por meio da inserção da Cultura do Design no planejamento urbano, qualificando sistematicamente a gestão pública com a adoção de macro estratégias de Design

Muitas vezes o Design é pensado como uma atividade elitista, que visa apenas o embelezamento de objetos ou espaços. Porém, a estética é apenas um dos menores objetivos do Design. Precisamos inserir definitivamente o pensamento do Design (Design Thinking), na gestão pública.

Este pensamento tem como base o foco no ser humano, o envolvimento dos cidadãos no desenvolvimento das soluções (cocriação), a colocação imediata das ideias em prática e o principal, achar a pergunta certa antes da resposta. Desta forma conseguimos ter uma gestão mais eficaz, que economiza recursos, usa a criatividade a seu favor, e consegue trazer soluções eficientes e que possuem o envolvimento e o pertencimento dos cidadãos.

Proposta: buscarei instrumentos que visem a inserção do pensamento do Design na gestão pública, desejando a melhoria e a desburocratização dos processos e serviços.


Internet livre nos equipamentos públicos e mobiliários urbanos

Parte da condição para o avanço tecnológico e da informação é termos acesso fácil a internet. É impensável que os equipamentos públicos (praças, parques, terminais, espaços culturais, espaços governamentais, pontos de ônibus de maior fluxo e bancas de jornal) ainda não concedam ao cidadão o uso livre da internet.

Proposta: buscarei e criarei instrumentos com o objetivo de reverter esta situação, disponibilizando internet gratuita aos cidadãos, nos equipamentos públicos.


Terminais de energia em praças, parques e bancas de jornal

Além da internet livre, é importante que os cidadãos possam ter acesso fácil à energia para recarregar seus aparelhos. As praças, parques da cidade e bancas de jornal poderiam ter terminais que facilitassem este processo, gerando maior senso de utilidade aos locais.

Proposta: minha proposta é busca de instrumentos para a implantação dos terminais.


Melhoria dos empreendimentos curitibanos por meio do Design

Agregar valor aos produtos e serviços dos micro e pequenos empreendedores locais, por meio da inserção do Design, da Inovação e da Sustentabilidade. Esta é uma tarefa que pode ser realizada de maneira simples, principalmente pela grande capacidade produtiva de Design em Curitiba.

Temos uma grande produção acadêmica que pode ser voltada para os micro e pequenos empreendedores, trazendo inovação para seus produtos e serviços, e colocando-os em igualdade de competição com empresas maiores. Além disso, na outra ponta, temos o incentivo à novos negócios de Design, fomentados pela prestação de serviços.

Proposta: buscarei instrumentos para a criação de espaços de consultorias nas Regionais, com profissionais de Design, para micro e pequenos empreendedores locais, bem como a busca de incentivos fiscais para empresas que adotem o Design como estratégia de negócio.


Implantação de uma Unidade Estratégica de Design em Curitiba

A forma de desenvolver e entregar os serviços públicos está mudando. Mais do que nunca é preciso imaginar o futuro, e sem dúvida, o Design ajuda a compreender algo que ainda não existe. Além disso, é impensável termos uma cidade que ainda não possui um foco claro no desenvolvimento humano.

Só isto conseguirá torná-la mais digna, igualitária e inclusiva. Neste sentido é necessária a implantação de uma Unidade Estratégica de Design, que pode estar ligada a uma secretaria ou órgão já existente, mas que tenha autonomia para a inserção do Design de maneira ativa na cidade.

Proposta: minha proposta é a de buscar e desenvolver instrumentos para a implantação de uma Unidade Estratégica de Design que atenda a todas as secretarias e órgãos municipais, estabelecendo uma conexão entre estes, e inserindo de maneira transversal o Design em suas atividades.

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